sábado, 12 de junho de 2010

“Antes que o mundo acabe”



O objetivo do livro era mostrar às pessoas como a divesidade do mundo é preciosa e está sendo desprezada pela globalização em um cenário comum para quase todos os jovens, a maioria dos livros que tratam sobre esse assunto são normalmente documentários, falando sobre cada cultura e globalização de uma maneira que apenas as pessoas relacionadas a área buscam; porém ninguém comum, principalmente adolecentes, iriam procurá-lo. Portanto, para mim, os personagens fazem esta história interessante e ao alcance (além de importante para as pessoas) dos jovens.
O filme levou a vida dos personagens e a situação de triangulo amoroso em “primeiro plano” tornando uma história muito interessante em mais um filme que já vimos antes.

Madalena

quinta-feira, 10 de junho de 2010

Pobre Marcelo


Estreou em Porto Alegre o filme Antes que o Mundo Acabe. Filme que se passa em Pedra Grande, no interior do Rio Grande do Sul, conta a história de um adolescente que troca cartas com um pai desconhecido e passa por alguns conflitos. É baseado no livro de Marcelo Carneiro da Cunha. Apenas baseado. Mais uma vez aconteceu o que frequentemente acontece: a história foi alterada.

Nada contra, é uma outra proposta, mas desta vez a mudança não foi para melhor. Não só a história sofreu alterações, como alguns detalhes e os próprios personagens.

Para quem já leu o livro, ver o filme pode ser meio frustrante. Para quem não leu, o filme ainda vai ser pouco interessante, pois não há muitas cenas de emoção de ação ou humor. O livro tem partes profundas de reflexão que não foram conservadas no filme, transformando um livro relativamente bom em um filme relativamente ruim.


Arthur Ferrari Sofiatti

quarta-feira, 9 de junho de 2010

Pai tu é canhoto?


Dos filmes que já assisti "Antes que o Mundo acabe" não foi um dos piores, mas está longe de ser um dos melhores. É um filme que não emociona, mas se você gosta de filmes brasileiros sem "sal nem açúcar", que se passam em uma cidadezinha do interior e mostram aqueles grandes problemas que abalam a vida adolescente, é um ótimo filme.
O Filme conta a história de Daniel um jovem de 15 anos que começa a sofrer com os problemas que muitos adolescentes hoje em dia sofrem. Ele inicia uma ligação com o pai, que o abandonou ainda na barriga e sua mãe para seguir com seu projeto fotográfico pelo mundo, e perde sua namorada para seu melhor amigo, ou seja, se acha o cara mais sofredor do mundo enquanto há pessoas por aí com problemas muito piores.
Um dos poucos pontos interessantes do filme é a globalização ser tratada de uma maneira muito sutil. Outra coisa que achei interessante é a maneiro que a produção do filme conseguiu reproduzir a Tailândia aqui mesmo no Rio Grande do Sul.

Thlita Gabriella Rampelotti

segunda-feira, 7 de junho de 2010

Antes Que O Mundo Acabe


Lendo resumos pela internet sobre o filme “Antes Que O Mundo Acabe”, percebi que todos os resumos, excetos os de alguns blogs pessoais, abordam a parte sobre os problemas de um adolescente de 15 que parecem insoluveis e em uma frase coloca a ideia principal, que é a globalização.

Algumas pessoas que não virão o filme poderão achar que é só mais um resumo tosco que não retrata realmente o que filme é, e outros verão só a parte sobre adolescencia e estes que terão a verdadeira ideia sobre a história do filme. O livro, de mesmo nome, esse sim mostra uma história decente sobre globalização, um assunto que em minha opinião é melhor do que as dificuldades da adolescencia.

Rodrigo S

domingo, 6 de junho de 2010

Pai é quem cria?

Um assunto bem discutido no mundo, também é falado no livro e no filme “Antes que o mundo acabe”

O filme juvenil, que é baseado no livro de Marcelo Carneiro da Cunha, apesar de um tanto “tolinho”, mostra alguns assuntos interessantes que dariam muito pano pra manga, pena que não foram priorizados.

Este foi um dos grandes defeitos do filme, na minha opinião: priorizou tópicos nem tão importantes e deixou a desejar em coisas necessárias.

O modo em que a diretora aborda a realidade adolescente foge bastante de realidade. É relevante que sejam adolescentes do interior e a vida deles seja mais light, light, porém, não alienada.

Tem um trecho do filme, logo no início, que a irmã de Daniel, pergunta o motivo do mal-humor de seu irmão para seu pai, o padrasto de Daniel, cujo a resposta não me agradou. Respondeu ele que eram os hormônios.

Por favor, até são, mas isso não justifica a maneira em que o personagem se porta em relação à família. A atitude do padrasto é bonita, mesmo estando neutro, sempre que pode ajuda o seu enteado. Será que isso não dá o direito do padrasto ser caracterizado como seu pai?

Daniel diz que sim, pai é quem cria. O seu padrasto, querendo ou não, foi o que estava junto a ele enquanto crescia e certamente continuaria ao decorrer de sua vida.

A chegada do pai biológico só foi uma oportunidade para conhecer uma outra realidade e saber um pouco de sua história.

O amor de Daniel pelo padrasto/pai continuaria e seria recíproco. O DNA só influência nas características físicas, algumas psicológicas quem sabe. Aquelas coisas que são faladas em alguns lugares, que o sangue é o que basta, o que decide o rumo de tudo, não existe.

No caso do livro, o tema é tratado de uma forma mais abrangente comparado ao filme, que quase não é tratado. Esse é um bom exemplo da qualidade do filme.

Se fosse o único aspecto, até tudo bem, é bastante tratado no mundo lá fora. Agora, falar um pouquinho de cada coisa sem qualidade alguma, não dá.

Valentinne Serpa

Como lidar com adolescentes

O filme “antes que o mundo acabe” conta a historia de um adolescente do interior do Rio Grande do Sul na cidade de Pedra Branca que está passando e descobrindo a adolescência.
Seu padrasto - que ele chamava de pai - compreendia e aprendia com seu filho emprestado, mas sua mãe, apesar de ter já estar na fase adulta, ainda não havia passado pela adolescência.
Como na adolescência aprendemos a descobrir coisas novas, o adolescente do filme estava descobrindo o que é amar.
Um filme ideal para pessoas adultas que tem filhos ou passa tempos com algum e não sabe lidar com eles, apenas criticam seu humor ou seu estilo de roupa.

Lauro Rodrigues

quarta-feira, 2 de junho de 2010

Ampliamento da das visões do mundo de Daniel

O filme trata de um adolescente que não conhece seu pai verdadeiro e tem o marido de sua mãe considerado como seu pai. Daniel mora com sua mãe, seu padrasto e sua irmã no interior e tem um amigo e sua namorada Mim , eles adoram tomar banho de rio e jogar pedrinhas nos outros. Daniel, mim e seu amigo foram para Porto Alegre para ver uma exposição na casa de cultura Mario Quintana, entre outras coisas.
Para mim, o filme trata de um adolescente que não sabe sua verdadeira identidade e quem é seu pai, que depois de 15 anos manda uma carta com fotos ilustrativas de várias culturas diferentes e o adolescente, através dessas fotos, amplia seu conhecimento e, mais importante, amplia sua visões de mundo, pois ele vê que o mundo não é só aquele interior onde vive.

Alexandra Lins da Silveira Beccon de Oliveira.

Que o Mundo Acabe!


Como todo filme baseado em algum livro, "Antes que o Mundo Acabe" não é fiel ao livro. O mais interessante do filme, e diria que o único aspecto bom, é a utilização de fotografias durante a construção do mesmo, o qual é muito bem utilizado.
O restante do filme é um grande erro, mudam-se acontecimentos, retiram-se personagens e criam-se outros, porém o auge de todo o erro: situações que surgem "do nada". O livro foi transformado em um drama adolescente digno de revistas jovens e novelas mexicanas.
Como muitas piadas sem graça presentes no filme, faço a minha: deixe que o mundo acabe. (Bruna Vicente)

Ridiculamente diferente


A primeira coisa que se pensa quando o filme termina é "que filme ruim esse", isso se tu tiver visto o filme depois de ler o livro.
Várias diferenças podem ser notadas durante o filme, como, por exemplo, a irmã do personagem principal. No filme, ela é a narradora, enquanto no livro ela nem aparece. Outra diferença: no filme, a personagem Mim é "biscate"; no livro, ela é apenas indecisa. Entre outras mais.
Este filme, de Ana Luiza Azevedo, parece ter pego somente a ideia deste livro de Marcelo Carneiro da Cunha, dando continuidade ao costume de filme brasileiros serem ruins. Nesses 97 minutos de duraçao do filme, comecei a ter certeza de que quase todas as adaptações de livros pro cinema dão muito errado.

Gustavo Varela

"Antes que sua paciência acabe"


"Antes que o mundo acabe" trata-se de uma tentativa frustrada de transformar o livro de Marcelo Carneiro da Cunha em um filme. Dirigido por Ana Luiza Azevedo, o filme fala sobre Daniel, que passa a receber cartas de seu pai biológico, também chamado Daniel; diferente do livro o filme foge da história de Daniel e seu pai, focando-se no 'trangulo amoroso" entre Daniel, Mim e Pedro.
Para quem leu o livro, o filme irá parecer incompleto, mas para quem não leu e não pretende ler o livro, o filme pode parecer simples e um pouco entediante. Ou seja não vale a pena ir ao cinema para assistir um flme que não atingirá suas expectativas quanto a ele.

Luísa Nunes

Antes que o mundo acabe...

O filme, de direçao de Ana Luiza Azevedo, fala sobre Daniel que mora no interior de Santa Maria, e que através da carta de seu pai, que estava sumido por anos, consegue ver o mundo com outros olhos e aceitar o fato de que seu melhor amigo é ladrao e sua namorada ter lhe dado um fora.
Acho que o filme é bom, porém, meio parado, o que faz sentido para retratar uma típica cidade pacata do interior.
Sei que muitas pessoas vao dizer que o livro é muito diferente do filme. Daí lhes pergunto: "Qual o filme que não é diferente do livro?". Afinal o livro sempre dará os detalhes e as descriçoes completas de cada minimos detalhes que muitas vezes o filme nao mostra.


Anna Augusta

segunda-feira, 31 de maio de 2010

Mais do que 'Capitães da Areia'



A história narrada nas ruas baianas conta a vida e as aventuras dos Capitães da Areia, meninos de rua, sem pais, que vivem de furtos e moram em um trapiche na beira da praia. O início do livro, através das cartas, já começa com a preocupação de Jorge Amado em mostrar como a situação gera discussões muitas vezes sem solução.

Capitães da Areia é um livro que cumpre não só seu papel de denúncia social como vai além e comove com sua história real e descarada, rica em detalhes. Crianças, que, obrigadas a viverem suas situações diárias de sobrevivência são muitas vezes mais adultos e "maduros" que muita gente. Por mais que ajam como adultos, no fundo não são mais do que crianças que também necessitam do amor dos pais e um lugar digno pra viver.

Impostos à condição de miséria, é impossível esquecer e não refletir sobre suas vidas. A forma direta e sem frescuras que o autor aborda temas como sexualidade, violência, fome e carinho de pais faz com que nunca se passe por uma história onde Jorge Amado camufla suas dificuldades e inocência. O livro escrito em 1937 impressiona e espanta com sua atualidade. Como esta realidade não mudou? Está claro porque marca a literatura e cada leitor. Vale muito a pena!

Maína Pedrotti


quarta-feira, 26 de maio de 2010

As Melhores Histórias da Mitologia Nórdica


“As Melhores Histórias Da Mitologia Nórdica” de A.S. Franchini e Carmen Seganfredo é uma “coletânea” de contos sobre a mitologia nórdica e um romance chamado “O Anel dos Nibelungos”.

O livro nos conta 25 histórias sobre os deuses nórdicos, mas sempre com um tom humorístico, e na maioria das vezes com uma lição no fim do conto.

O melhor conto e o que irei falar agora é “Thor em Jotunheim”, a história começa com Thor, Loki e seu criado Thialfi rumo a Jotunheim, ocorrem alguns imprevistos como dormir em uma luva de um gigante, mas mesmo com estes problemas eles seguem e chegam ao castelo de Utgardloki, um enorme castelo onde viviam gigantes mil vezes maiores que nossos personagens. Eles foram ao salão e desafiaram os gigantes, depois de desafios como: comer e beber rápido, corrida e lutar contra uma velha. Todos os desafios perdidos, mas como, tinha que ter alguma explicação e os gigantes explicaram como os deuses perderam: eles foram iludidos o tempo todo, ninguém devora mais rápido que o fogo nem corre mais rápido do que o pensamento, a bebida na verdade era um oceano e quanto a velha, ninguém consegue derrotar a velhice.

Este é o tipo de história que você encontrara em “As Melhores Histórias Da Mitologia Nórdica”, e muitas outras como “ A Batalha de Ragnarök” e “A Criação”.

É um livro para se ler a qualquer hora, pois tem várias histórias curtas, o que torna a leitura mais agradável, ainda conta com viradas e revelações como foi visto em “Thor em Jotunheim”, e também ajuda você a se interar, pelo menos um pouco, a mitologia nórdica.

Rodrigo Schwambach

terça-feira, 25 de maio de 2010

Delirios de consumo de Becky Bloom




Escrito por Sophie Kinsella, escritora britanica nascida em Londres, o livro é simplesmente irresistivel, envolvente e leve.
Trata-se de uma comédia romântica onde uma jovem londrina, possui somente um problema, que faz com que ela estoure as faturas de seu cartão de credito, entre no cheque especial, fuja de cobradores, gerentes de bancos, tudo iss somente por ser uma compradora compulsiva, porem na sua visão não é somente uma compulsão é ter o prazer de sair de uma loja com diversas sacolas de compras na mão, ao sair da loja um grande prazer mas ao chegar em casa e encontrar muitas cartas de cobranças lhe vem o arrependimento. Essa compradora compulsiva é Rebecca Bloom, mais conhecida como Becky Bloom. Após sair em busca de um emprego para conseguir se livrar de suas dividas, consegue ser contratada em uma revista financeira, mas mesmo aconselhando os outros a limpara seus nomes no mercado financeiro não consegue conter seus próprios problemas. Ao desenrolar da história Rebecca Bloom se apaixona e se ve obrigada a resolver seus próprios problemas financeiros para conquistar seu grande amor.
O romance já foi adaptado para o cinema onde é estrelado por Isla Fisher, interpretando Becky Bloom, e John Lithgow, no papel do chefe de Becky. É aconselhavel para qualquer idade, por ser uma leitura simples e divertida.

Luísa Nunes Soares

sexta-feira, 21 de maio de 2010


Dan Brown

Existe quem odeie Dan Brown, mas eu acredito que não seja por motivos justos. Dan Brown escreve muito bem. A trama é envolvente e sempre acontecem viradas inimagináveis e revelações incríveis. E de brinde o leitor ainda ganha um grande conhecimento sobre a história da arte, da igreja e da cultura.

Provavelmente quem odeia Dan Brown não gosta do efeito que seus livros causam nas pessoas. Muita gente acredita em tudo o que ele escreve. Esquecem que ele escreve livros de ficção e quando lembram é para desmerecer sua obra. Existem milhões de livros de ficção em todo o mundo que não são desmerecidos por serem de ficção. Na verdade é mais uma prova do quão bem ele escreve, tão bem que o leitor chega a confundir com a verdade.

Vale a pena ler qualquer livro dele. Independente do tema que ele aborda, o que agrada uns e desagrada outros, o que ele escreve é genial.


Arthur Ferrari Sofiatti

quarta-feira, 19 de maio de 2010

Um livro para quem gosta de aventura.


Esse ano ainda não li muitos livros, já que estou me concentrando mais em jogar futebol e tirar notas boas, mesmo assim não foi difícil encontrar um livro que eu tenho gostado.
Eu gosto mais de livros de aventura por isso não poderia deixar de ler Harry Potter, O Conde de Monte Cristo, entre outros .Mas hoje vou falar de um outro livro O Mundo Perdido do escritor britânico Sir Arthur Conan Doyle, criador de Sherlock Holmes. A tradução do livro não é das melhores, utiliza alguns termos ultrapassados mesmo assim a leitura é boa. O livro fala de quatro aventureiros que partem em direção a Amazônia em busca de desvendar os mistérios de uma terra esquecia habitada por monstros pré-históricos e homens das cavernas. A historia é contada pelo jornalista Edward Mallone, um dos aventureiros que embarca nessa viajem para impressionar e conquistar sua amada.

Thalita

quinta-feira, 13 de maio de 2010

Cinderela Chinesa


As historias sofridas e veridicas assim como O caçador de pipas(texto anterior), acho que sempre nos penetra de alguma forma. Cinderela chinesa li na 7ªsérie, e nao me esqueço do sofrimento da menininha que era rejeitada praticamente por toda a familia, é uma história triste alguns podem dizer que sim pelo fato do pai bater nela, mas eu considero uma história bonita. Bem, Adeline Yen Mah conta sua história desde pequena seus irmaos a culpam por seu nascimento;pois a mae morrera dando-lhe a luz o pai a ignora e se casara com uma francesa que só dá privilegios aos filhos biológicos.
Para ter ideia da situaçao a menina viu-se sozinha aos 4 apos esquecerem completamente dela na escola. A história se passa na época dos riquichás no Japao onde havia uma guerra dos franceses no pais.
A familia se muda várias vezes por causa do pai de Adeline e a relaçao da menina e da madrasta nao era a das melhores; a madrasta tinha um certo ciúme porque Adeline chamva a atençao do pai por ser a 1ªda classe e queria castigar a menina de alguma forma por a ter contrariado. A crueldade da madrasta é tanta que convence o pai de Adeline a coloca-la em um internato, como o pai mal sabia e esrava presente em casa aceitou.
A menina vai para o internato,eo tempo passa no mes de férias as meninas do internato saem com suas familias de volta para casa, Adeline fica em meio as freiras que passam a se dar bem com ela e descombrem atráves do radio que iriam atacar a cidade em que estava o internato.
Seus tios a levam para Hong Hong onde sua familia estava no momento, enquanto ia ao ao encontro (estava num navio) percebia a diferença da forma que os tios a tratavam e a dos pais.
Enfim,o livro é incrivel se quiseres saber do resto leia Cinderella Chinesa e se comova com a história de Adeline Mah Yeah.
Anna Augusta

O caçador de Pipas

O romance de Khared Hosseine,O caçador de pipas é um livro muito bom,pois nele você "vê" fatos reais da epoca feita e tudo muito bem deescrito e bem feito, voce digamos que sete mais o livro e se decepciona quando acaba.
Bem, mas vim aqui falar do livro, o livro se passa no Afeganistao,na infancia do personagem principal Amir Jan que é rico e seu melhor Hassan Hassan.
Na época havia muito preconceito sobre a religiao de Hassan e Amir Jan nao sabia como reagir na frente dos outros com Hassan e pela corvadia deixava o amigo apanhar por ele.
Ao descobrir tempos depois que Hassan era seu irmao ele começa a se arrepender descobre ao voltar para o Afeganistao,(pois agora morava nos Estados Unidos com sua mulher),que Hassan tivera um filho Sohab e quer leva-lo aos Estados Unidospara morar com ele,mas Sohab é pego como escravo ....
Bom,se pegarem o livro e lerem garanto que irao adorar!,o livro traz algo que deixa voce pensando nas cenas, essa relaçao talvez seja de Hassan e Amir Jan que apesar de tudo de ruim que Amir fez pra Hassan, no futuro tenta arrumar, dizendo uma frase no fim do livro que Hassan falou uma vez pra ele: " Por voce faria tudo de novo."
Anna Augusta

Felicidade

É um livro de auto-ajuda? Não.
O livro do Eduardo Giannetti fala sobre a felicidade e não sobre ser feliz.
Eduardo que se formou na faculdade de economia, administração e contabilidade(FEA), em ciências sociais pela Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas(FFLCH)ambas da universidade de São Paulo.
O livro foi feito para que pudéssemos refletir sobre o conceito de felicidade. Ele é organizado em forma de diálogo filosófico. São quatro personagens quee se encontram mensalmente. A cada encontro os personagens fazem uma incursão pelas preocupações da fioosofia do século XVIII. Querendo encontrar o real problema entre as civilizações e a natureza, o modo em que progredimos e a nossa nação. Para cada encontro, o exigido é ler uma lista de livros que ajudarão a conversar no seguinte encontro. O livro conta com fontes bem importantes e eles fazem de tudo para esclarecer o conceito de "felicidade", e saber se dinheiro influência na euforia.
Suas conclusões são parcialmente satisfatórias. É uma leitura rápida e entusiasmante, eu recomendo.

Valentinne Serpa

Pelas indicações

Hoje, pela manhã, talvez em forma de protesto, me rebelei com os meios de comunicação, joguei meu celular no meio da parede e praticamente estourei meu rádio. O porque? simples, a comunicação no mundo está falha e isso me encomoda profundamente, não só por me atrapalhar constantemente mas sim, por algo tão trivial estar sendo deixado de lado, a comunicação padrão, a fala. Como alguém pode mal ser alfabetizado, neste Brasil gigante? COMO? Meu deus do céu, existe gente falando coisas triviais com lerdeza e imbecilidade. Pode parecer um simples "preconceito linguístico", mas não é! Eu só me irrito com a idéia de pagarmos impostos ridículamente imbecis, talvez uma das maiores taxas do mundo e não termos nem uma educação decente!
Bom, a única coisa que realmente pode me acalmar, e me deixar relativamente melhor é uma leitura, ou um café com um belo jornal pela manhã. Como não é de manhã, eu não estou na padaria muito menos tenho um jornal aqui, eu vou falar sobre algo que me acalma, a leitura. No caso, eu vou falar sobre o meu livro favorito, que eu já li 8 vezes, e nunca me canso, e eu nunca paro de chorar em uma parte final, A Sombra do Vento de Carlos Ruiz Zafón. O Livro, trata de um romance passado na décadada de 20, 30 com muitos embasamentos históricos, principalmente com citações a locais de Barcelona. O livro trata de um suspense que gira em torno de Daniel Sempere, um jovem que ao descobrir um livro, também descobre a maldição que ele carrega, a Sombra do Vento. O Ritmo do livro te leva a outros planos, onde você realmente se sente parte do romance.


Victor Siva,

quarta-feira, 28 de abril de 2010

Opinião sobre o filme

Eu acho que só pelo Billy Elliot preferir dançar ballet do que lutar boxe, ele enfrentou o preconceito da sociedade porque diziam que era coisa de mulher, e de seu pai e seu irmão, que diziam que ele era gay por preferir dançar ballet. Mas com a ajuda da professora, ele enfrentou tudo pra seguir seus sonhos de ser um bailarino profissional.
Alexandra Beccon

Billy Elliot: Sexualidade, Sonho e Preconceito


O filme Billy Elliot, trata da história de um menino que descobre sua paixão por ballet. Como o filme se passa na década de 1970, ainda existe muito preconceito em relação a sexualidade. A diferenciação do que era para homens e para mulheres era mais forte do que é hoje. Sendo assim, ou os meninos lutavam boxe, ou lutavam boxe.

No filme esse garoto é de família humilde, seu pai é minerador e seu irmão mais velho também, porém estavam em greve; sua avó tem Alzheimer e sua mãe morreu. Ele passa por uma infância difícil porque não pode fazer o que realmente gosta e não pode falar sobre suas necessidades pessoais. Ainda no filme, existe essa polêmica da orientação sexual do garoto, ou até mesmo, a que ele vai seguir. Normalmente, é nessa fase da vida que decidimos o que queremos ser e fazer. Ele só pensava em seu sonho, o ballet.

O filme nos faz pensar a respeito de sexualidade, origem humilde e preconceito; que são assuntos polêmicos presentes até hoje na sociedade, e refletimos se nós somos ou não preconceituosos e o que podemos fazer para mudar este modo de agir e/ou pensar. Recomendamos o filme para todos aqueles que apreciam cinema e principalmente que apreciam filmes de época.

( Escrito por: Valentinne, Thalita e Bruna. )

Billy Elliot, além de um filme

Filmado por Stephen Daldry, Billy Elliot é um filme onde as crianças são retratadas como os "espelhos" de suas famílias. Como, por exemplo, Michael amigo de Billy Elliot (protagonista) que seguia o exemplo de seu pai ao usar roupas femininas; e Debbie filha da professora de ballet, que assim como a mãe, buscava seguir o ballet e também ser amada.

Billy Elliot se difere deste padrão por ir atrás de seu sonho, buscar fazer o que realmente queria. Porém sua escolha pelo ballet, uma arte vista com extremo preconceito na visão da sociedade em relação a meninos, no contexto do filme, foi mal vista por todos, principalmente pela família. Não se pode ignorar a situação vivida pela família, onde passavam por problemas desde a morte da mãe de Billy até a recente greve dos mineradores.

Por fim, quando Billy realmente impôs seu desejo, a família é obrigada a aceitar esta condição, e acabam por também apoia-lo. Este ponto nos chamou a atenção, pois é um diferencial do filme que o deixa ainda mais profundo para ser retratada a questão da influência familiar e dos preconceitos de cada época.

Luísa Nunes, Mada e Maína.

Billy Elliot é bailarino! (Bailarino?)

Na visão masculina, pode ser um filme horrendo, por se tratar de um garoto que dança ballet. “Traidor, traidor, traidor” os guris devem pensar ao ver Billy praticando essa arte magnífica, tendo um amigo gay que adora usar tutu e ainda por cima porque dá um beijo na bochecha dele. Mas, na nossa visão (Franciele e Mariah) o filme é maravilhoso. Mostra, não só Billy correndo atrás de seu sonho e quebrando preconceitos, mas mostra também as dificuldades que passou na família com apenas 11 anos. Acredito que a morte da mãe, a desaprovação do pai e do irmão influenciariam no efeito contrário: Deixando o garoto pra baixo e sem nenhuma perspectiva de mudança. Talvez desistir tenha se passado na cabeça dele em algum momento, por isso deve ter sido muito mais difícil seguir em frente. Que jogue a primeira pedra quem acha que é fácil mostrar-se diferente, num aspecto em que todos esperam que você seja absolutamente “normal”. Talvez aí entre a questão sobre o que é ser diferente. Naquela época de greves e situações que exigiam muita “masculinidade” da parte dos homens deveria ser muito mais difícil falar “Sou homem, danço ballet, não gosto de boxe e vou usar cola apertado”. Imagine um militante, com cara de mau e admitindo querer ser bailarino, não levariam ele muito a sério, e se levassem com certeza ele seria espancado até ficar desfigurado. Uma das cenas mais marcantes, em nossa opinião, foi a que Billy dança para o seu pai, e ele cai na real em que seu filho é realmente bom no que faz (ou tentava fazer). Então ele sai correndo do ginásio e cede, acaba saindo da greve, para poder pagar a audiência de Billy. Na parte em que os dois caem no feno e estão sorrindo, pô, é uma das cenas mais bonitas, por mostrar que o amor pelo seu filho é muito, muito maior do que seu preconceito. De certa forma o pai de Billy entrou na carona, pois provavelmente não deve ter sido fácil pra ele também correr o risco de ficar conhecido como o pai de uma bailarina. Ele correu o risco junto com Billy, e isso é essencial em qualquer profissão em que seu filho queira seguir. Talvez Billy tenha ido à audiência mesmo sem seu pai, e talvez ele se tornasse um grande bailarino mesmo sem a “permissão” do pai. É o que sempre dizemos: É ótimo ser feliz, mas ser feliz e poder compartilhar essa felicidade com alguém é muito melhor! O filme todo praticamente gira em torno de preconceito: Preconceito do pai e do irmão; preconceito dele mesmo com o amigo gay; preconceito das pessoas da cidade e tudo mais. Agora a gente pensa se teria sido diferente se a mãe dele estivesse presente. Se ela estivesse presente, provavelmente o filme não teria o mesmo efeito sobre as pessoas. Quem já perde u alguém querido, com certeza deve saber do que eu estou falando. Quando isso acontece, anos não são suficientes para que a dor passe, mas passará. Cada um só tem que encontrar uma forma de fazer isso. Billy encontrou o ballet como forma de esquecer tudo, e levar a saudade como um sentimento de motivação. Os momentos e lembranças serviram como combustível para que ele fosse o que queria. O filme nos faz refletir sobre variadas coisas sobre variados assuntos. Seguir seus sonhos é importante, cultivar preconceitos não é saudável, aceitar os outros como são, sem tentativas de mudá-los, pois não esquece às vezes podamos as pessoas, quando na verdade o que devemos fazer é regá-las para que se tornem melhores até do que acham que podem ser. Depois de ver o filme Billy Elliot, duvido que alguém não queira sair da sala de vídeo nas pontas dos pés.

Billy Elliot um garoto

O filme fala sobre um menino que lutava Box, entretanto queria dançar bale. Ele é pobre e vivia com o pai, o irmão e a avó. O pai e o irmão estavam engajados em uma greve. O irmão, por causa da greve, estava tendo problemas com a polícia. A avó já tinha uma certa idade e achavam que ela já estava ficando caduca.

O filme trata de varias questões de sexualidade e preconceito. Pois mesmo com o garoto gostando de praticar bale, ele tenta negar a si mesmo que gosta e a todos, exceto seu amigo Michel que mais tarde descobre que era homossexual.

Apesar de muitos o considerarem homossexual pelo fato de fazer bale isso não era necessariamente verdade, que apesar de não ser um filme em que o tema da homossexualidade é o foco central, é uma questão muito polemica. Pois ele era uma criança e para ele não havia problema nenhum em dançar bale, ele só não aceitava isso por causa da pressão da família (seu pai e seu irmão).

Outro tema de bastante polemica tratado pelo filme é a questão da greve dos funcionários da mina de carvão. Questão que afeta diretamente ele porque seu pai e seu irmão trabalhavam lá e eram os lideres sindicalistas.

Apesar dos atores que pouco convenciam, a história é bem interessante mostrando as dificuldades que o garoto passa por questões de dinheiro e preconceitos que vemos todos os dias na realidade, em resumo, a idéia é boa, mas o filme poderia ser melhor elaborado.

Arthur, Erê e Guilherme

Billy Elliot, um parecer ponderado.

Billy Elliot


Billy Elliot é um filme feito por Tephen Daldry que traz provas de amor pela arte que é a de dançar,força de vontade,coragem e luta contra um grande preconceito machista.. Billy Elliot é um menino que tem 11 anos, que vive no interior da Inglaterra. Ele acaba tendo que escolher entre boxe ou a dança.O dilema do filme é que Billy Elliot tem paixão pela dança, porem ele vive em uma sociedade machista. Em geral o filme é sensacional apesar da fraca atuação de alguns atores.Achamos o filme relevante para o contexto da sociedade atual, tratando de um tema bem atual. Um dos melhores aspectos do filme é a reflexão cujo mesmo causa uma certa “indignação” com a idéia de preconceito que a sociedade tem sobre sexualidade, machismo, e outros temas deveras polêmicos.Victor, Bernardo, Gabriele e Fernanda
Achamos que o filme Billy Elliot , traz um drama da realidade sobre as diferenças e o preconceito no dia a dia.
Não importa se uma pessoa parece ser "diferente" pois todas são iguais, todas tem sentimentos, não devemos trata-las como se ela não fosse um ser humano, ela é. Ela come, fala, anda (as vezes pode não andar com suas proprias pernas, mas anda igual). Ela é um ser humano! A sociedade não está preparada para as pessoas que são julgadas "diferentes", Elas acham que ser normal é ser igual é ter um padrão de estilo que não pode ser diferente disso.

"Ser diferente é ser normal e é isso que faz uma sociedade completa e nós nos destacarmos nela. Se nós fôssemos iguais, não teria as diferenças que faz de cada um de nós semos únicos."



Anna Augusta e Luísa Gomes

Billy Elliot

Billy Elliot

Billy Elliot é um filme sobre um garoto que era influenciado pelo seu pai a fazer aulas de boxe, mas acabou descobrindo sua paixão pelo balé. Seu amigo, ao descobrir que ele está dançando balé, começou a achar que ele era homossexual, mas depois viu que ele apenas gostava da dança. O filme é um drama lançado no ano de 2000, na Inglaterra. É dirigido por Stephen Daldry, mesmo diretor que dirigiu o filme "The Reader", que foi indicado ao Óscar de melhor edição.
Na opinião dos escritores deste post, o filme mostra uma realidade muito comum nos dias de hoje, que é o preconceito contra homossexuais, ainda mais no lugar onde vivia, um lugar onde ainda existiam os velhos costumes. Nem sua família nem seus conhecidos acreditavam no talento de Billy, dançando balé, as únicas pessoas que acreditavam nele eram seu amigo Michael, a professora de balé e sua filha.

Rafael, Rodrigo, Sofia, Tomaz

Para começo de conversa

Olá!
O blog vai reunir textos individuais e coletivos que vão tratar de diferentes temas.
Vamos começar a postar hoje nossas impressões sobre o filme Billy Elliot, que assistimos juntos e debatemos em aula.

Sejam bem-vindos, leitores!