segunda-feira, 31 de maio de 2010

Mais do que 'Capitães da Areia'



A história narrada nas ruas baianas conta a vida e as aventuras dos Capitães da Areia, meninos de rua, sem pais, que vivem de furtos e moram em um trapiche na beira da praia. O início do livro, através das cartas, já começa com a preocupação de Jorge Amado em mostrar como a situação gera discussões muitas vezes sem solução.

Capitães da Areia é um livro que cumpre não só seu papel de denúncia social como vai além e comove com sua história real e descarada, rica em detalhes. Crianças, que, obrigadas a viverem suas situações diárias de sobrevivência são muitas vezes mais adultos e "maduros" que muita gente. Por mais que ajam como adultos, no fundo não são mais do que crianças que também necessitam do amor dos pais e um lugar digno pra viver.

Impostos à condição de miséria, é impossível esquecer e não refletir sobre suas vidas. A forma direta e sem frescuras que o autor aborda temas como sexualidade, violência, fome e carinho de pais faz com que nunca se passe por uma história onde Jorge Amado camufla suas dificuldades e inocência. O livro escrito em 1937 impressiona e espanta com sua atualidade. Como esta realidade não mudou? Está claro porque marca a literatura e cada leitor. Vale muito a pena!

Maína Pedrotti


quarta-feira, 26 de maio de 2010

As Melhores Histórias da Mitologia Nórdica


“As Melhores Histórias Da Mitologia Nórdica” de A.S. Franchini e Carmen Seganfredo é uma “coletânea” de contos sobre a mitologia nórdica e um romance chamado “O Anel dos Nibelungos”.

O livro nos conta 25 histórias sobre os deuses nórdicos, mas sempre com um tom humorístico, e na maioria das vezes com uma lição no fim do conto.

O melhor conto e o que irei falar agora é “Thor em Jotunheim”, a história começa com Thor, Loki e seu criado Thialfi rumo a Jotunheim, ocorrem alguns imprevistos como dormir em uma luva de um gigante, mas mesmo com estes problemas eles seguem e chegam ao castelo de Utgardloki, um enorme castelo onde viviam gigantes mil vezes maiores que nossos personagens. Eles foram ao salão e desafiaram os gigantes, depois de desafios como: comer e beber rápido, corrida e lutar contra uma velha. Todos os desafios perdidos, mas como, tinha que ter alguma explicação e os gigantes explicaram como os deuses perderam: eles foram iludidos o tempo todo, ninguém devora mais rápido que o fogo nem corre mais rápido do que o pensamento, a bebida na verdade era um oceano e quanto a velha, ninguém consegue derrotar a velhice.

Este é o tipo de história que você encontrara em “As Melhores Histórias Da Mitologia Nórdica”, e muitas outras como “ A Batalha de Ragnarök” e “A Criação”.

É um livro para se ler a qualquer hora, pois tem várias histórias curtas, o que torna a leitura mais agradável, ainda conta com viradas e revelações como foi visto em “Thor em Jotunheim”, e também ajuda você a se interar, pelo menos um pouco, a mitologia nórdica.

Rodrigo Schwambach

terça-feira, 25 de maio de 2010

Delirios de consumo de Becky Bloom




Escrito por Sophie Kinsella, escritora britanica nascida em Londres, o livro é simplesmente irresistivel, envolvente e leve.
Trata-se de uma comédia romântica onde uma jovem londrina, possui somente um problema, que faz com que ela estoure as faturas de seu cartão de credito, entre no cheque especial, fuja de cobradores, gerentes de bancos, tudo iss somente por ser uma compradora compulsiva, porem na sua visão não é somente uma compulsão é ter o prazer de sair de uma loja com diversas sacolas de compras na mão, ao sair da loja um grande prazer mas ao chegar em casa e encontrar muitas cartas de cobranças lhe vem o arrependimento. Essa compradora compulsiva é Rebecca Bloom, mais conhecida como Becky Bloom. Após sair em busca de um emprego para conseguir se livrar de suas dividas, consegue ser contratada em uma revista financeira, mas mesmo aconselhando os outros a limpara seus nomes no mercado financeiro não consegue conter seus próprios problemas. Ao desenrolar da história Rebecca Bloom se apaixona e se ve obrigada a resolver seus próprios problemas financeiros para conquistar seu grande amor.
O romance já foi adaptado para o cinema onde é estrelado por Isla Fisher, interpretando Becky Bloom, e John Lithgow, no papel do chefe de Becky. É aconselhavel para qualquer idade, por ser uma leitura simples e divertida.

Luísa Nunes Soares

sexta-feira, 21 de maio de 2010


Dan Brown

Existe quem odeie Dan Brown, mas eu acredito que não seja por motivos justos. Dan Brown escreve muito bem. A trama é envolvente e sempre acontecem viradas inimagináveis e revelações incríveis. E de brinde o leitor ainda ganha um grande conhecimento sobre a história da arte, da igreja e da cultura.

Provavelmente quem odeia Dan Brown não gosta do efeito que seus livros causam nas pessoas. Muita gente acredita em tudo o que ele escreve. Esquecem que ele escreve livros de ficção e quando lembram é para desmerecer sua obra. Existem milhões de livros de ficção em todo o mundo que não são desmerecidos por serem de ficção. Na verdade é mais uma prova do quão bem ele escreve, tão bem que o leitor chega a confundir com a verdade.

Vale a pena ler qualquer livro dele. Independente do tema que ele aborda, o que agrada uns e desagrada outros, o que ele escreve é genial.


Arthur Ferrari Sofiatti

quarta-feira, 19 de maio de 2010

Um livro para quem gosta de aventura.


Esse ano ainda não li muitos livros, já que estou me concentrando mais em jogar futebol e tirar notas boas, mesmo assim não foi difícil encontrar um livro que eu tenho gostado.
Eu gosto mais de livros de aventura por isso não poderia deixar de ler Harry Potter, O Conde de Monte Cristo, entre outros .Mas hoje vou falar de um outro livro O Mundo Perdido do escritor britânico Sir Arthur Conan Doyle, criador de Sherlock Holmes. A tradução do livro não é das melhores, utiliza alguns termos ultrapassados mesmo assim a leitura é boa. O livro fala de quatro aventureiros que partem em direção a Amazônia em busca de desvendar os mistérios de uma terra esquecia habitada por monstros pré-históricos e homens das cavernas. A historia é contada pelo jornalista Edward Mallone, um dos aventureiros que embarca nessa viajem para impressionar e conquistar sua amada.

Thalita

quinta-feira, 13 de maio de 2010

Cinderela Chinesa


As historias sofridas e veridicas assim como O caçador de pipas(texto anterior), acho que sempre nos penetra de alguma forma. Cinderela chinesa li na 7ªsérie, e nao me esqueço do sofrimento da menininha que era rejeitada praticamente por toda a familia, é uma história triste alguns podem dizer que sim pelo fato do pai bater nela, mas eu considero uma história bonita. Bem, Adeline Yen Mah conta sua história desde pequena seus irmaos a culpam por seu nascimento;pois a mae morrera dando-lhe a luz o pai a ignora e se casara com uma francesa que só dá privilegios aos filhos biológicos.
Para ter ideia da situaçao a menina viu-se sozinha aos 4 apos esquecerem completamente dela na escola. A história se passa na época dos riquichás no Japao onde havia uma guerra dos franceses no pais.
A familia se muda várias vezes por causa do pai de Adeline e a relaçao da menina e da madrasta nao era a das melhores; a madrasta tinha um certo ciúme porque Adeline chamva a atençao do pai por ser a 1ªda classe e queria castigar a menina de alguma forma por a ter contrariado. A crueldade da madrasta é tanta que convence o pai de Adeline a coloca-la em um internato, como o pai mal sabia e esrava presente em casa aceitou.
A menina vai para o internato,eo tempo passa no mes de férias as meninas do internato saem com suas familias de volta para casa, Adeline fica em meio as freiras que passam a se dar bem com ela e descombrem atráves do radio que iriam atacar a cidade em que estava o internato.
Seus tios a levam para Hong Hong onde sua familia estava no momento, enquanto ia ao ao encontro (estava num navio) percebia a diferença da forma que os tios a tratavam e a dos pais.
Enfim,o livro é incrivel se quiseres saber do resto leia Cinderella Chinesa e se comova com a história de Adeline Mah Yeah.
Anna Augusta

O caçador de Pipas

O romance de Khared Hosseine,O caçador de pipas é um livro muito bom,pois nele você "vê" fatos reais da epoca feita e tudo muito bem deescrito e bem feito, voce digamos que sete mais o livro e se decepciona quando acaba.
Bem, mas vim aqui falar do livro, o livro se passa no Afeganistao,na infancia do personagem principal Amir Jan que é rico e seu melhor Hassan Hassan.
Na época havia muito preconceito sobre a religiao de Hassan e Amir Jan nao sabia como reagir na frente dos outros com Hassan e pela corvadia deixava o amigo apanhar por ele.
Ao descobrir tempos depois que Hassan era seu irmao ele começa a se arrepender descobre ao voltar para o Afeganistao,(pois agora morava nos Estados Unidos com sua mulher),que Hassan tivera um filho Sohab e quer leva-lo aos Estados Unidospara morar com ele,mas Sohab é pego como escravo ....
Bom,se pegarem o livro e lerem garanto que irao adorar!,o livro traz algo que deixa voce pensando nas cenas, essa relaçao talvez seja de Hassan e Amir Jan que apesar de tudo de ruim que Amir fez pra Hassan, no futuro tenta arrumar, dizendo uma frase no fim do livro que Hassan falou uma vez pra ele: " Por voce faria tudo de novo."
Anna Augusta

Felicidade

É um livro de auto-ajuda? Não.
O livro do Eduardo Giannetti fala sobre a felicidade e não sobre ser feliz.
Eduardo que se formou na faculdade de economia, administração e contabilidade(FEA), em ciências sociais pela Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas(FFLCH)ambas da universidade de São Paulo.
O livro foi feito para que pudéssemos refletir sobre o conceito de felicidade. Ele é organizado em forma de diálogo filosófico. São quatro personagens quee se encontram mensalmente. A cada encontro os personagens fazem uma incursão pelas preocupações da fioosofia do século XVIII. Querendo encontrar o real problema entre as civilizações e a natureza, o modo em que progredimos e a nossa nação. Para cada encontro, o exigido é ler uma lista de livros que ajudarão a conversar no seguinte encontro. O livro conta com fontes bem importantes e eles fazem de tudo para esclarecer o conceito de "felicidade", e saber se dinheiro influência na euforia.
Suas conclusões são parcialmente satisfatórias. É uma leitura rápida e entusiasmante, eu recomendo.

Valentinne Serpa

Pelas indicações

Hoje, pela manhã, talvez em forma de protesto, me rebelei com os meios de comunicação, joguei meu celular no meio da parede e praticamente estourei meu rádio. O porque? simples, a comunicação no mundo está falha e isso me encomoda profundamente, não só por me atrapalhar constantemente mas sim, por algo tão trivial estar sendo deixado de lado, a comunicação padrão, a fala. Como alguém pode mal ser alfabetizado, neste Brasil gigante? COMO? Meu deus do céu, existe gente falando coisas triviais com lerdeza e imbecilidade. Pode parecer um simples "preconceito linguístico", mas não é! Eu só me irrito com a idéia de pagarmos impostos ridículamente imbecis, talvez uma das maiores taxas do mundo e não termos nem uma educação decente!
Bom, a única coisa que realmente pode me acalmar, e me deixar relativamente melhor é uma leitura, ou um café com um belo jornal pela manhã. Como não é de manhã, eu não estou na padaria muito menos tenho um jornal aqui, eu vou falar sobre algo que me acalma, a leitura. No caso, eu vou falar sobre o meu livro favorito, que eu já li 8 vezes, e nunca me canso, e eu nunca paro de chorar em uma parte final, A Sombra do Vento de Carlos Ruiz Zafón. O Livro, trata de um romance passado na décadada de 20, 30 com muitos embasamentos históricos, principalmente com citações a locais de Barcelona. O livro trata de um suspense que gira em torno de Daniel Sempere, um jovem que ao descobrir um livro, também descobre a maldição que ele carrega, a Sombra do Vento. O Ritmo do livro te leva a outros planos, onde você realmente se sente parte do romance.


Victor Siva,